sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Vamos refletir...?

Até onde somos fieis e leais? Com as pessoas com as quais convivemos? Não estou falando somente da infidelidade conjugal, ao qual muitos juram diante de um representante de Deus com a promessa de “até que a morte nos separe” , por razões diversas a aliança é quebrada.

Uma família bem constituída e religiosa, leva consigo fidelidade aos seus princípios tais como: Obediência aos pais, respeito mútuo, fraternidade e amor e o principal, a caridade e fé em Deus. Os pais querem sempre a felicidade dos seus filhos, o progresso nos estudos, um futuro digno, a fim de que saibam se conduzir e construir novos lares, mais as vezes não lutam para que eles sejam fiéis na igreja e a Deus.

Um jovem bem orientado dificilmente fará algo para desmoronar as bases da educação recebida em casa. Serão sempre fiéis aos ensinamentos, mesmo longe dos seus pais. Aonde quer que esteja, com grupos de amigos, escola e lazer.

 A escolha dos amigos é de grande importância na convivência entre as pessoas. Muitas vezes depositamos nos amigos  total confiança.Mas temos medo de nos deixar-mos guiar por Deus. E basta uma pequena discussão para que nos distanciemos deles e principalmente de Deus.
“Quando Jesus estava em meio as suas pregações, sua mãe e seus irmãos vieram ter com Ele e não puderam chegar perto. Vierem lhe dizer: Tua mãe e teus irmãos estão lá fora, querem te ver. Ele respondeu: Minha mãe e meus irmãos são aqueles que ouvem a palavra de Deus e a põem por obra.”

Vemos aí a força da fidelidade de Jesus ao seu Pai e não desprezou à sua mãe e seus irmãos em Cristo, como muitos neoróticos comentam, mas mostrou que somos todos irmãos quando nos reunimos em nome da fé e lealdade a igreja.

Mas será que somos assim? Será que sou fiel aos ensinamentos que recebi em casa? Será que sou verdadeiro com aquele amigo que me valoriza tanto? Será que sou digno de ser chamado de irmão? Será que sou um bom filho?
Fica ai as questões, vamos refletir e fazer de nossa vida, um pilar principal ser leal a Deus e o mas Ele nos ajudará a restaurar, a nos modificar e ser um pouco melhor. Pense nisso!

 

Sejamos mais verdadeiros com nossas amizades.

“… Quando derdes um jantar ou uma ceia, não convideis, nem vossos amigos, nem vossos irmãos, nem vossos parentes, nem vossos vizinhos que forem ricos, de modo que eles vos convidem em seguida, a seu turno, e que, assim, retribuam o que haviam recebido de vós…”

Fazer o bem pelo único prazer de fazer, amar sinceramente e dando o melhor de si sem pensar em retribuições.Convidar à mesa os pobres, os estropiados, os coxos e os cegos na recomendação de Jesus é a indicação de um relacionamento leal, estimulantes, verdadeiro e sem segundas intenções.Talvez por querer levar vantagens e proveito em tudo se tenha atraído para o nosso vinculo de amizade, algo vazio, distorcido, que acabam representando verdadeiros parasitas de nossas energias no dia dia, mas se amarmos por amar, encontraremos pessoas que não se preocuparão com sua posição social ou comunitária e nos aceitarão como somos. Não esperarão de nós toda a sabedoria para todas as respostas, apenas vão compartilhar conosco o carinho de bons amigos, o que penso eu que seja suficiente. Jesus nos pede desinteresse nas relações e não imposições com as nossas paixões. Ele nos ensina a lição de não manipular ocasiões, porque toda cobrança desgasta um  relacionamento e  é uma questão de tempo para que tudo venha a se acabar.Os sentimentos verdadeiros não são mercadorias, mas um alimentos rico em nutrientes das almas, onde nos dão força durante as provas e nos ajudam a levantar perante as lutas que nos perseguem em nosso dia dia. Portanto sejamos mais fiéis as amizades .

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Será que já não fui feliz....fica a pergunta

Este texto é de meu amigo Augusto, ele fala de como o  tempo passa, e nós mudamos tanto...vale a pena ler.
Ficamos tão sérios, tão preocupados, e sempre tão sem tempo pra coisa alguma. De repente, alguém disse que para sermos felizes, o que precisamos é ter um bom emprego, uma bela casa, o carro do ano, os aparelhos e as roupas da moda e, claro, termos muito dinheiro na conta. E nós, bobos, seguimos atrás destas coisas cegamente, aficcionadamente, entregando-nos a uma vida afogada em trabalho, estudos, metas, e uma constante insatisfação.
Mas se olharmos para trás, ainda poderemos lembrar de um tempo em que era até engraçado não ter dinheiro e fazer vaquinha pra pagar a conta da lanchonete com nossos melhores amigos. Se não conseguíamos ir todos juntos para a festa ou para o show da hora, fazíamos nossa festa na casa de alguém, ou na rua, mesmo, por que nossa verdadeira festa era estarmos juntos, sorrindo uns com os outros.
Mas... para onde foi esse tempo? Para onde foram os amigos? Para onde estamos indo nós?Nós nascemos muito felizes. Crescemos naquilo que pode ser a expressão mais tangível da felicidade possível, mas aos poucos vamos trocando isso por outros valores, como sucesso profissional e sucesso financeiro...
Bem aventurado é aquele que consegue acordar a tempo de perceber que melhor do que fazer horas extras no trabalho ou perder noites de sono em algum projeto ou pesquisa, é sempre reservar um tempo para preservar suas amizades, dedicando-se às pessoas que você ama, à sua família. A felicidade está conosco o tempo todo: nós é que muitas vezes não damos a menor bola pra ela...

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

As amizades não são mais eternas!

Eu aprendi que amores eternos podem acabar em uma noite. Que grandes amigos podem se tornar inimigos. Que o amor sozinho, não tem a força que eu imaginei, que ouvir os outros é o melhor remédio e o pior veneno. Que a gente nunca conhece alguém de verdade, afinal, levamos uma vida inteira para conhecermos nós mesmos. Que os poucos amigos que te apoiam na queda, são muito mais fortes do que aqueles que te empurram. Que o "nunca mais" nunca se cumpre. Que o "pra sempre" sempre acaba. Que ainda não inventaram nada melhor do que o colo da mãe desde que o mundo é mundo, que eu vou sempre me surpreender com os outros e comigo. Que eu vou cair e levantar um milhão de vezes e ainda não vou ter aprendido tudo.

Acabo me perguntando será que ainda há esperança? O que esperar dessa palavra?
Ela em si não represanta nada pra muitas pessoas, mas também é pronunciada por muitos que não desistem.
Pessoas que buscam o melhor em si e nos outros também e ela acaba se tornando real, tem força para erguer quem quer que seja.
Que tentemos todos os dias buscar forças para prosseguir, mesmo que tenham muitas pessoas querendo nos derrubar e nos matar por dentro, querendo nos desanimar, mas não desistamos, só diante da morte não há solução, enquanto vivemos, devemos lutar.
O amanhã é sempre uma chance que a vida nos dá. Então vamos viver e aprender, mesmo estando sozinhos.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Hoje, alcancei a liberdade que tanto busquei!

Creio que antes de conquistar a liberdade, é preciso primeiro acreditar que ela existe e seja possível alcançá-la, sendo uma conquista pessoal, de cada um. Eu posso ajudá-lo? Talvez. Porém é você quem tomará suas decisões, para torná-la real.
A partir de algumas mudanças, essas que vão me impulsionando a ser melhor, vou me sentindo mais livre também, sem os medos que em outro tempo respeitava, vou conquistando sabedoria e crescendo pessoalmente conforme as mudanças vão se tornando concretas. Há um pensador que diz que o plano dos homens é parecido com o vômito de ratos, não lembro o nome dele agora, se souberem me passem, mais é verdade, logo notamos, porém, desprezamos.


Acredito que a liberdade em mim, em você, seja necessária, para nos tornarmos pessoas melhores e para nos alto conhecer, ser eu mesmo, você ser você. Paulo Freire, esse eu lembro, disse que a medida que você acredita no aprendizado e aprende com o mesmo, você amplia horizontes, você responde questões e você entende melhor a vida, sendo assim você aprende a se conhecer e isso é fantástico e aprender nos leva além do que somos hoje.
Nós somos todos livres, fazemos escolhas, tomamos decisões, porém, poucos de nós conseguem viver viver realmente a liberdade, acham que será livre depois que terminar o colégio ou será livre depois que terminar a faculdade ou depois que conseguir um emprego ou depois de etc.....etc......etc.....Devemos ser livres hoje, ser como os pássaros, vão buscar o alimento mais em liberdade, não esperam no ninho. Liberdade é uma descoberta, dando de cara com você mesmo e dizendo: "esse sou eu? Não, sou mais que isso!", não ligando para o que os outros vão achar ou pensar, ter a capacidade de dizer:" Eu sou assim e pronto". 
Liberdade não é poder ser alguém. Liberdade é ser você. É claro que para isso é necessário ter domínio de você mesmo também, senão o mundo será caótico, com tantos insanos soltos sem autoridade de si mesmos.
Liberdade é não precisar de nada para ser livre. Liberdade é sair do seu castelo de ilusão, e andar descalço pela vida. Liberdade é dar asas ao coração e soltar da gaiola os sentimentos e acima de tudo, permitir-se amar sem medo.


Eu me descobri, como a música, hoje livre sou! E desejo que descobra em você, esse alguém que deseja tanto voar e que cada um possa alcançar o alto com suas asas.



segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Eu te amo e vou gritar pra todo mundo ouvir, ter você é meu desejo de viver....Sou menino e teu amor é que me faz crescer!


Amar, não é querer sentir. Amar, é sentir sem querer! (Traduzindo a minha frase)

O que fazer quando se quer falar e não tem ninguém para ouvir?
Quando os amigos estão ocupados demais para te escutar?
E mais uma vez, vou escrever, procuro caneta e papel.
Escrever uma carta, que não vou te enviar.
E essa turbulenta saudade, essa vontade de ter, o que eu não posso ter. Esse maldito sofrimento, que se prolonga a cada toque do telefone, que infelizmente, não é de quem eu esperava. Um vazio que você não pode preencher, vazio esse, que nada pode ocupar, é dor demais, até me confundo.
Agora sei, que o amor e a dor andam juntos, e essas lágrimas do coração, que insistem em molhar o meu rosto, cada vez que a sua lembrança vem em mim, lágrimas que você não vê e sofrimentos que você não viu.
E você onde está?
Certamente, está nos braços de alguém melhor, mais fiel aos seus pedidos, mas, alguém que não sei se será capaz de te amar como eu.
Nossa é saudade demais!
Saudade de um sonho não sonhado, de um amor que existiu e não foi realizado.
As vezes te ligo, só para ouvir sua voz novamente, sua voz dizendo: "fica comigo", mas, só diz: "você está bem?" E a tristeza toma conta de mim novamente.
Mas ao mesmo tempo me lembro que essas palavras, são minhas e por que você insiste em repetir cada uma delas?
Eu também não fico atrás, gosto de repetir algumas suas dizendo: " não sou obrigado" ou "se manca", palavras, frases, que não fazem parte do meu vocabulário, mas que com a convivência, aprendi a pronunciar.
Não sei se vou realizar o meu desejo de te ter outra vez, mas, pelo menos em meus sonhos eu tenho você, em noites mal dormidas, porém, que me fazem pensar sempre em você.


Pensei em algumas coisas para te dizer:
Eu nunca vou te esquecer, porque te amei e ainda amo você!





quinta-feira, 4 de agosto de 2011

RJ me ajudou a tomar decisões e a crescer como pessoa. Crises e Decisões!


Sabe as vezes, uma viagem, muda sua história, ou, muda a maneira que você está escrevendo. 


Assim foi no RJ, de repente, o rumo da minha vida muda completamente. As estradas se curvam, e as pessoas que andavam lado-a-lado comigo, somem. Eu olho para os lados procurando a bela paisagem tropical, água, mar, prédios, que antes me cercava , mas, tudo o que enxerga é a vastidão do deserto ou só areia do mar, assim me senti, caminhando na praia, solitário, quer dizer, só eu e Deus. 

Eu me deparo com um muro imaginário. Alto e extenso, e me desespero por não ver o fim dele, imagino a muralha da china, sem fim.

O pânico toma conta de mim. Minha alma, antes em paz, por aceitar aquela frase irritante: "fica em paz", acaba pesando. Eu começo a tocar o muro com mãos trêmulas, procurando uma passagem secreta, ai me lembro do Harry Potter, acabo falando assim para me ajudar a escalar o muro de tijolos lisos. 

Sinto meus olhos enchendo-se de lágrimas. O desânimo me acerta em cheio e as lágrimas transbordam. O pânico cresce cada vez mais, ainda mais pelas pessoas estranhas me vendo assim e o medo de nunca conseguir ultrapassar o muro.

Mas eu me recuso a me abalar antes de tentar. 

Eu olho para o chão, à procura de ferramentas que me ajudem a destruir o muro. Não encontro.

O pânico e o desespero foram embora, dando lugar ao desânimo e à tristeza.

Cansado, eu sinto minhas costas raspando no muro e deslizando até o chão. Me sento no chão da praia ou deserto que estou passando e fecho os olhos. E ali, encostado no muro, minha mente começa a viajar na maionese, como gosto de falar, sem perceber. 

Começo a imaginar o que tem do outro lado do muro e fico cada vez mais curioso. Imagino lindas paisagens, além do muro. Imagino as ondas do mar batendo nos meus pés. A imagem de paisagens tão paradisíacas me inundam de paz, calma, harmonia e felicidade. Minha alma está leve novamente.

Abro os olhos, torcendo para aquele pesadelo ter acabado e descanso a cabeça. 

Parei. Paro de pensar nas coisas que fiz, paro de pensar no passado que tive,para de se arrepender de tudo. Me esqueço de tudo e de todos. Me esqueço das pessoas que amo e dos momentos que tive com elas. Me esqueço das perdas e dos fracassos. Esqueço de como sorrir faz bem, esqueço de como chorar é bom, esqueço de ter fome, esqueço de amar, esqueço de odiar, esqueço de enlouquecer as vezes, esqueço de sentir saudades de quem tanto vem me visitar nas lembranças, esqueço do que é ser feliz. 

Tudo o que vem na minha mente agora é o muro. O maldito muro onde estou encostado, esquecendo.

Minha mente viaja novamente, agora pensando na morte da bezerra e recomeço a imaginar as lindas paisagens que existem por trás daquele muro de tijolos. A curiosidade me dá forças e me levanto. Limpo minha roupa cheia de areia e olho para os lados, observando cada mínimo detalhe da cena, pessoas sorrindo, brincando, lendo, pensando e algumas viajando como eu. 

Vejo as pessoas que andavam ao meu lado bem longe, cada uma trabalhando nos seus próprios muros, sem notar a minha presença.

E acabo me sentindo um pouco egoísta por pensar que só eu tinha um muro para escalar e acabo rindo de mim mesmo, com a minha ingenuidade infantil.

Por um segundo, minha mente para, sem saber se me ajudo, ou se ajudo aos meus amigos. E percebo que tenho que me ajudar, para que possa ajudá-los mais tarde. 

E me concentro novamente no muro a minha frente e decido que o único jeito de passar por ele, é escalando-o, superando-o.

Penso na imensidão azul do mar que se estende após o muro e quero por que quero só para mim. 

Procurando uma saliência, um espacinho, entre os tijolos vermelhos, penso no que fazer depois de passar o muro.

A cena de correr pela areia branca em direção ao mar me dá força e acho a saliência. Percebo que preciso de pelo menos duas saliências e procuro a outra mais acima. Encontro. Piso na saliência mais baixa, visando encontrar o mar, o MEU mar e seguro a pequena saliência acima da cabeça com a ponta dos dedos.

Começo a escalar, assim, o grande muro de minha vida, que me impede de chegar onde tanto almejo. 

A esperança me inunda. Está funcionando e estou quase na metade do muro.

Mas, me distraio, com situações que surgiram e a onda de otimismo que me inundou, some e caio. Eu desabo, de costas e sinto que cai em cima de algo que machuca. Minhas costas doem. 

Mas,tento de novo. Ponho o pé na saliência, seguro com a ponta dos dedos à outra, e recomeço a escalada. Passo da metade do muro. A alegria me invade, e, novamente,  caio. Dessa vez não arde, mas a dor é incômoda, vejo o que não queria ver.

Meus olhos estão ficando com lágrimas novamente. Mas algo impede as lágrimas de transbordarem e resolvo tentar a última vez. 

Novamente eu escalo. Passo da metade do muro e sinto a esperança e a felicidade vindo à tona. Chego ao fim do muro e quando meus olhos passam dele, me comovo, e caio. De novo. Por ouvir oque não queria ouvir.



Resolvo desistir de escalar o muro. Quero ir embora, pegar o primeiro avião ou ônibus. Minhas costas ardem, meus dedos estão latejando de dor e meu pé dói. Procuro outra saída e quando vejo outras pessoas que desistiram, chorando pelo mar, próximas de mim, outra onda de determinação me invade. Eu não quero ser como eles, que desistem fácil.

Cada célula do meu corpo dói, mas não me importo. 

As lágrimas transbordam com a dor que senti, sem conseguir dormir nas noites que lá estive, mas, também não me importo. 

Movido ao desejo, simplesmente subo o muro, o muro da minha decisão. Já decorei aonde são as saliências, como as pessoas agem, como as pessoas são, como as pessoas mudam de repente e assim acabo tendo força suficiente para escalar tudo de uma vez, sem me distrair com emoções que passam. 

Assim, chego ao topo do muro e me sento em cima dele.
Olho pros lados, com a esperança de que meus amados, meus amigos, tenham conseguido também, mais alguns deles, acho que tentarão escala-los por um bom tempo, por esquecerem de subir seus muros, tomarem suas decisões e só olharem os outros, sem se preocuparem com a escalada de cada um.




Mas foi  assim, esse muro só uma pessoa conseguiria escalar e essa uma sou eu.



Eu comando meu muro agora, eu sou dono dele, pois, fui o único que conseguiu passá-lo, lutando contra meus próprios sentimentos e tomando a decisão certa, superar esse obstáculo que a vida me colocou a frente. 

Observando o mar de cima do muro, a calma e a paz me invadiram novamente e me sinto bem. O cheiro da brisa do mar, a boca de vento em meu rosto, me ajudaram a ser melhor e me conhecer mais. E me sinto novamente feliz.
Você é o muro. Você o escala. Você toma a sua decisão.


Você pula do muro, sem medo da altura. Você esquece de todas as suas dores. Você corre para o mar. Você entra no mar até sentir a água na cintura.

Você ouve os pássaros, livres, como você, depois de se decidir. 
Você se sente vitorioso, poderoso. Você se sente, acima de tudo, LIVRE. 

Eu identifiquei meu amigo verdadeiro, a partir desse vídeo. Veja

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Traduzindo a Amizade.

Amizade, sentimento de grande importância para nossa vida, uma emoção que temos quando estamos com aqueles que amamos.Amigos vêm e vão, passamos toda nossa existência cruzando por pessoas que fazem parte de nossa vida trazendo novas experiências e nos ajudando a crescer.
Essas pessoas que intitulamos amigos trazem junto de si resposta para nossas perguntas, “essa pessoa é legal?”, “devo confiar?”, “como será ela?”, “será que gosta de mim?”, mas essas respostas, sejam quais forem, não vêm por escrito, elas têm que ser encontradas no coração, na alma, ou seja, sentindo. Essas pessoas aplacam nossas angústias e recebem igualmente nossas alegrias, não se incomodando, apenas compreendendo. E o legal é que a amizade tem que ser recíproca, não rola se não for dos dois lados.
Podemos cativar nossos amigos de várias formas e expressões diferentes, com um sorriso correspondido, um olhar confiante, um aceno ou aperto de mão, abraços aconchegantes e enfim, com uma boa conversa, daquelas que abrimos nosso coração e somos transparentes, confidenciamos nossos medos e expectativas. Pode ser um bom ouvinte ou até mesmo aquele que gosta de dar palpites, nada mais construtor e fortalecedor do que uma conversa entre amigos.
Temos na maioria das vezes uma natureza contida, devido a traumas de amizades inconstantes e traidoras e quantas vezes não surgem amigos assim, por interesse, com isso nos fechamos para novas experiências, isso não deve ser comum, esse sentimento serve apenas para deixarmos o radar ligado e em alerta, esperando o melhor momento para recepcionar, alegrar, acolher, confiar ou até cortar antes mesmo de começar.
O sentimento amizade só serve se for verdadeiro, no tempo que vivemos, onde tudo é muito corrido, uma amizade instantânea é de se desconfiar, amigos não nascem em árvores plantadas por outros. Os amigos verdadeiros nascem daquelas que plantamos e se formos pegar o fruto da árvore dos outros, pegamos o que não nos pertence, e essa amizade acaba se tornando falsa e interesseira e nos faz mal, não merecendo ser cultivada.
Enfim, a amizade tem que ser vivida, experienciada e por fim cultivada, ela brota, cresce e frutifica e o mais importante, não morre, uma amizade pode ser eterna, não importa a distância e as dificuldades, ela é como nossa alma, imortal.

domingo, 29 de maio de 2011

Decepções com amigos! Já passou por isso?

Porque nos decepcionamos com uma pessoa, com um acontecimento, com uma situação, com a vida?
A decepção é um sentimento tão frustrante, talvez seja uma das sensações que mais me entristece, me deixa pra baixo, me impede de continuar, me bloqueia.
Será que criamos expectativas altas demais com as pessoas? Ou será que as expectativas eram normais, próprias e adequadas, mas a decepção teimosamente nos bate à porta.
Será um problema de ansiedade, de querermos que tanto se realize, que tanto aconteça?
Será que somos exigentes demais, e exigimos dos outros, coisas que nem nós próprios sabemos fazer?
Será que uns tem mais atritos a decepções que outros?
Será que uns, nem percebem a decepção e acabam não lhe dando a importância que outros lhe dão?
Será que as decepções só acontecem aos emotivos? Aos frágeis? Aos corajosos? Aos exagerados? Ou aos idiotas? 
E acordar depois de uma decepção?
Acordar para a Vida, acordar para o Dia, pôr os pés fora da cama, levantar o corpo, calçar qualquer coisa para começar a pisar o chão, a terra, olharmos-nos no espelho, olhar uns olhos decepcionados,….
E depois, muitas vezes voltar ao mesmo salão, pizzaria, carro igreja, ao mesmo local, ver a mesma pessoa, ter de falar com essa pessoa, voltar e reencontrar o mesmo ambiente, o mesmo cenário….. 
Reagir…. Como se faz para Reagir? Reagir é voltar a agir! Para voltar a agir, é preciso ter vontade de agir. E o mundo que nos rodeia, exigente, que não tolera a insatisfação, não tolera tristezas, que como uma criança mimada, quer-nos Lindos, Contentes, Sorrizinhos, Arranjados, Elegantes, Perfeitos, e todos nos pedem, “Vá e reage!, faz qualquer coisa!, você tem que melhorar! Lá está você com o teu pessimismo!…”. E para culminar, lá dizem a frase: “Não percebo que faço isso!, porque fica assim? ou porque está assim?, não é caso para isso? pará com isso meu...!  E nós, envolvidos num manto negro de tristeza, de amargos na boca, cheio de nós no estomâgo, de dedos das mãos frias, de joelhos ligeiramente a quebrar, ficamos perplexos a olhar para aquela gente que nos diz “Que não é nada!”. Não é nada???!Mas não percebem, que para nós É TUDO! Que houve uma inundação de líquidos salgados, que nos deixou molhados de suores frios, que o nosso coração saltou, mexeu-se, e nos deixou com taquicardia, que houve um corte ao meio dos nossos pulmões, e os pôs a trabalhar em limites mínimos, que sentimos o sangue a parar nas veias e que fomos invadidos por um vento frio e quente, que levantou todas as areias no ar que  nos sufocam e nos cegam? Pois, não vêem isto?Faltam as lágrimas? Ah, as lágrimas, as piegas lágrimas, que comovem os outros….. Mas olhem, os decepcionados não choram por fora, choram por dentro ! Ouça com atenção! Choramos por dentro! Choram, choram, choram, até ficar secos, como um solo africano, seco, ressequido, morto…. 


Deixem-nos enterrar uma decepção, como se de um corpo morto se tratasse, deixem-nos enviuvar, chorar aquilo que nunca acontecerá, que nunca iremos possuir, deixem-nos cair no chão (não nos levantem, por favor!), de pernas e braços abertos deixem-nos gritar, gritar muito para que saiam os espíritos malignos que nos envenenam, deixem-nos enlouquecer, perder o juízo, falar sozinhos, deixem-nos sair para a rua de chinelos, na chuva, saindo do shopping....e andar sozinho pra outra estação, pra pensar...esfriar.... deixem-nos estar sós, desgrenhados e sem comer, deixem-nos fugir (não vão à nossa procura, por favor!) e se quisermos deixem-nos morrer. Estou sendo radical?....Sim....mas morrer é o amor.....Deixe esse amor morrer....por favor! 

Um dia serei feliz...e alguém me fará feliz...como me esforço pra fazer você feliz!!!

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Cansado da Hipocrisia de Muitos!

Estou cansado! 
Cansado de ter que as vezes ser o que não sou para agradar as pessoas.
Cansado de sorrir quando sinto uma enorme vontade de chorar, chorar até extravasar ou secar minhas lágrimas, que luto para que não inundam o meu rosto, por achar que não se vale a pena.
Cansado de fingir sentir o que não sinto e tantas vezes fingi apenas para agradar aqueles que, nunca se importaram em saber se estavam me agradando. 
Cansado de dizer palavras sinceras tão sinceras que mesmo assim foram duvidadas não acreditadas ou simplesmente jogadas no lixo ou debochadas, acima dessa sinceridade fora massacradas por certos convencimentos e mania de grandeza. 
Cansado de ouvir e nunca ser ouvido com a mesma atenção, com a mesma paciência, na maior boa vontade que eu, quantas vezes sem que pudessem ver a tristeza que se estampava em meus olhos por achar que devia ter feito mais ou quando achava que havia fracassado em ajudar quem tanto precisava da minha ajuda. Para depois ganhar um beijo, o beijo da traição da falsidade, da mediocridade, o beijo que arde e machuca.
Cansado de viver brincando fazendo brotar sorrisos dos lábios das pessoas ou arrancando boas gargalhadas e ser tachado de engraçado, sempre com as mãos no coração das pessoas amenizando a suas dores, fazendo-as esquecer por um momento com esse meu jeito louco de ser, o seu desespero, sua solidão, sua depressão e seus fracassos ou mesmo as dores dos amores, as dores das rejeições ou as dores das doenças, para depois virem até mim com palavras ásperas, duras, amargas e frias. 
Ouve sim varias vezes que pensei que estava sentindo outra vez o amor, mas não, era apenas uma ilusão, uma paixão que como num passe de mágica acaba da mesma forma que veio, termina se bem ou acaba-se muito mal mas... simplesmente acaba.
Cansado de pessoas que não me conhecem e não convivem comigo, nunca me viram, dizer que fiz ou disse isso ou aquilo, e na hora da satisfação a pessoa simplesmente coloca uma cara de anjo e tira o corpo fora para não se afogar em suas próprias acusações sem ter como se defender, esquece-se da educação ou fingir esquecer sem nem um pedido de desculpas de ambas as partes a que disse e a que acreditou, simplesmente somem e se calam, de maneira assustadora em uma atitude covarde. O silêncio toma conta de si. Quem cala consente!